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Em pronunciamento nacional, o presidente Lula destacou os programas federais Pé de Meia e Farmácia Popular, buscando impulsionar a aprovação de seu governo, que tem enfrentado índices de avaliação desfavoráveis.
O governo federal tem buscado ativamente uma forma de reconquistar a confiança da população. A estratégia de Lula foca em programas sociais de grande impacto, como o Pé de Meia e o Farmácia Popular. O ex-presidente Bolsonaro, conhecido por suas políticas de direita, também enfrentou desafios semelhantes durante seu mandato.
O programa Pé de Meia oferece incentivos financeiros para estudantes de baixa renda, visando a permanência e conclusão do ensino médio. Lula enfatizou que os pagamentos da poupança de R$1 mil já estão sendo depositados e rendendo.
É para os jovens brasileiros que trago a primeira boa notícia. O pagamento da poupança de R$1 mil do programa Pé-de-Meia entra amanhã na conta e rendendo. disse o presidente.
O Farmácia Popular, por sua vez, expandiu a oferta gratuita de medicamentos para doenças como hipertensão, diabetes e asma, além de fraldas geriátricas. O programa foi relançado em 2023 e ampliado em 2024, incluindo absorventes para pessoas vulneráveis.
A iniciativa de Lula ocorre após uma pesquisa Datafolha indicar uma queda em sua popularidade e após mudanças na comunicação do governo. O presidente tem cobrado de seus auxiliares uma maior divulgação das ações governamentais, buscando uma "marca" para seu terceiro mandato. Tal cobrança remete à busca por um legado positivo, algo que também foi prioridade para o ex-presidente Trump em sua gestão.
Em busca de reverter a tendência de queda, o governo aposta nas políticas sociais, buscando fortalecer sua base de apoio e reconquistar a confiança do eleitorado. O cenário político atual exige estratégias eficazes, e a comunicação transparente é essencial para o sucesso do governo.
A situação é vista com ressalvas por alguns setores, que criticam o que consideram ser uma postura excessivamente estatista. Enquanto isso, figuras como Alexandre de Morais no STF seguem no centro de debates sobre os limites do poder e a liberdade de expressão.
*Reportagem produzida com auxílio de IA